Incentivar a pesquisa, a inovação, a formação de capital humano e os sistemas de inteligência para o desenvolvimento sustentável da Economia Azul – Fortalecendo a gestão dos recursos marinhos, costeiros e hídricos e a formulação de políticas públicas baseadas em evidências.
Desenvolver a cadeia estadual de games, em consonância com o Marco Legal dos Games – Fortalecendo formação profissional, pesquisa, desenvolvimento de estúdios, startups e aplicações educacionais, terapêuticas e corporativas, em parceria entre Secitece, Secult, MinC e MCTI.
Estimular pesquisas voltadas à conservação dos oceanos, mudanças climáticas e economia azul – Fortalecendo sua aplicação na formulação de políticas públicas.
Desenvolver Plataforma Estadual do Ecossistema de Valor da Inovação Pública Orientada por Missões – Integrando o Programa Cientista-Chefe, os Sandboxes Regulatórios e os CPSIs, utilizando o poder de compra do Estado para acelerar soluções para problemas públicos.
Implementar Sandboxes Regulatórios – para testes de tecnologias emergentes, integrados aos Contratos Públicos de Solução Inovadora (CPSI), em conformidade com os marcos legais federal e estadual.
Fortalecer o CriarCE como hub estratégico de inovação em hardware e manufatura avançada – Ampliando sua infraestrutura laboratorial, incorporando tecnologias da Indústria 4.0, Internet das Coisas e semicondutores e expandindo o acesso de jovens da rede pública e técnicos do interior.
Criar o Programa Estadual de Empreendedorismo Científico – Estimulando spin-offs acadêmicas, deeptechs e empresas de alta complexidade tecnológica nas áreas de transição energética, biotecnologia e inteligência artificial.
Criar o Programa Estadual de Gestão de Ativos do Conhecimento para ICTs e Universidades – Estaduais Estruturando políticas de governança da propriedade intelectual e valorização econômica dos ativos tecnológicos produzidos no Ceará.
Fortalecer o programa de interiorização da pesquisa e inovação – Especialmente o programa Bolsa de Produtividade em Pesquisa, Estímulo à Interiorização e à Inovação Tecnológica (BPI) da Funcap, assegurando a fixação de pesquisadores nas instituições do interior.
Implantar um Programa Estadual de Transferência Tecnológica – Fortalecendo parcerias entre empresas e centros de pesquisa nas áreas de TIC, energias renováveis e hidrogênio verde, em articulação com o ITA Fortaleza, Hub de H2V do Complexo do Pecém e ZPE Ceará.
Expandir o Cinturão Digital do Ceará para os 184 municípios – Assegurando conectividade de alta capacidade aos laboratórios de governo, ICTs, centros públicos de dados, polos de startups e à educação presencial e semipresencial.
Fomentar a implantação de Parques Científicos, Tecnológicos, Distritos de Inovação e NITs, vinculados às instituições de ensino superior (IESs) estaduais e federais, e instituições de ciência e tecnologia (ICTs) – Desenvolvendo: (i) núcleos de excelência técnica e inovação vinculados às vocações econômicas das diferentes regiões de planejamento, ofertando suporte às cadeias produtivas prioritárias; (ii) fortalecendo a pesquisa aplicada, desenvolvimento de novas tecnologias e inovação; (iii) estimulando a geração de novos produtos, processos e soluções inovadoras para a sociedade, setor produtivo e mercado; (iv) articulando programas estaduais, órgãos e entidades municipais, universidades, instituições de pesquisa, organizações produtivas e comunidades locais; (v) fortalecendo e integrando os Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) através da ampliação de sua capacidade no desenvolvimento de propriedades intelectuais, prospecção tecnológica, transferência de tecnologia e transformação de pesquisas em patentes, produtos e novos negócios.
Criar uma Rede Estadual de Inovação – Aberta Conectando universidades, ICTs, incubadoras, aceleradoras, startups, empresas e centros públicos de dados regionais com acesso aberto para pesquisa.
Consolidar a Funcap como instrumento estadual de fomento à pesquisa e à inovação – Ampliando progressivamente os recursos destinados a bolsas, pesquisas aplicadas e programas desenvolvidos em parceria com Finep e CNPq.
Incorporar a perspectiva de gênero e da diversidade às políticas de desenvolvimento econômico – Fortalecendo o empreendedorismo, ampliando a participação das mulheres nos setores estratégicos da economia e nos espaços de decisão, com atenção às desigualdades sociais, raciais e territoriais.
Utilizar as compras públicas e as políticas de compras locais como instrumentos de desenvolvimento econômico e inclusão produtiva – Ampliando a participação de micro e pequenas empresas, negócios de impacto, cooperativas, empreendimentos comunitários e demais fornecedores locais nas cadeias de fornecimento públicas e privadas.
PDF eleitoral de 56 páginas enviado pelo proprietário, 461625 bytes, SHA-256 c48e3ea82c942942af2c775d33756f9ada7f8d3e1276c9663c417b79602c79ca, base para elaboração participativa da versão final