Desenvolver o Programa de Educação Alimentar na Rede Escolar, pública e privada – Promovendo educação alimentar e nutricional para crianças, adolescentes e suas famílias, difundindo boas práticas alimentares, prevenindo obesidade e diabetes, realizando acompanhamento nutricional dos estudantes com apoio de nutricionistas, nutrólogos, universidades e municípios, aperfeiçoando os marcos regulatórios da alimentação escolar e monitorando seus resultados sobre a saúde dos alunos e familiares.
Integrar as políticas de segurança alimentar, assistência social, saúde, educação, agricultura e desenvolvimento rural – Instituindo mecanismos permanentes de planejamento, monitoramento e cooperação com participação da sociedade civil, universidades e movimentos sociais.
Fortalecer a Pesca Artesanal e a Mariscagem Sustentáveis Por meio de políticas de assistência técnica, infraestrutura, agregação de valor, comercialização, acesso ao crédito e incentivo às práticas sustentáveis de manejo dos recursos pesqueiros.
Fortalecer as cadeias produtivas da pesca, da aquicultura, da maricultura, da bioeconomia e do turismo náutico – Promovendo a modernização da infraestrutura náutica, o ordenamento das atividades, a qualificação dos serviços, a integração de roteiros e a valorização dos esportes e atividades náuticas como instrumentos de desenvolvimento sustentável do litoral cearense.
Modernizar o sistema estadual de abastecimento e comercialização de alimentos – Fortalecendo a infraestrutura de armazenagem, distribuição, logística, redução de perdas, compras públicas e mercados institucionais, ampliando a participação da agricultura familiar e o consumo de produtos locais.
Fortalecer o sistema estadual de defesa agropecuária – Modernizando as ações de vigilância, fiscalização, certificação, educação sanitária, rastreabilidade e controle fitossanitário e zoossanitário, assegurando a qualidade da produção e a segurança dos alimentos.
Fortalecer a agricultura familiar, os povos do campo e a inclusão produtiva rural – Ampliando a assistência técnica, a extensão rural, o cooperativismo, o associativismo, o acesso ao crédito, a mecanização adequada, o empreendedorismo, a agroindustrialização e as oportunidades de comercialização, com atenção especial às mulheres, aos jovens rurais, aos pescadores artesanais e às comunidades tradicionais.
Fortalecer a pesca, a aquicultura e as demais atividades aquícolas de forma sustentável – Ampliando a infraestrutura produtiva, a assistência técnica, a inovação, a sanidade, a rastreabilidade e o acesso aos mercados.
Incentivar a diversificação e o fortalecimento das cadeias produtivas agropecuárias – Desenvolvendo novas vocações produtivas, o aproveitamento sustentável da Caatinga, o fortalecimento da pecuária adaptada ao semiárido e a ampliação da competitividade da produção cearense.
Impulsionar a agroindustrialização e a agregação de valor da produção agropecuária – Fortalecendo a infraestrutura de processamento, armazenagem, inspeção sanitária, logística, cooperativismo, economia circular e o aproveitamento de resíduos para produção de bioinsumos, biogás, biometano e bioenergia.
Consolidar um modelo de agricultura de alta eficiência para o semiárido cearense – Incentivando a irrigação de precisão, o cultivo protegido, o manejo inteligente de solos, os bioinsumos e outras tecnologias voltadas ao aumento da produtividade e à convivência com o semiárido.
Promover a agricultura resiliente às mudanças climáticas – Ampliando a irrigação eficiente, a inovação tecnológica, a pesquisa aplicada, a assistência técnica, o uso sustentável da água e a adoção de tecnologias adaptadas ao semiárido e agroecológicas.
Consolidar o Ceará Sem Fome 2.0 como política permanente de Estado – Através das seguintes estratégias: (i) fortalecimento da integração entre segurança alimentar e nutricional, compras públicas, saúde, proteção social, qualificação profissional e inclusão produtiva para promover a autonomia das famílias e superar a insegurança alimentar; (ii) incorporação de estratégia de desenvolvimento territorial, estruturando sistemas alimentares sustentáveis, agricultura familiar e agroecologia; (iii) implantação do Protocolo Estadual Ceará Sem Fome, integrando a atuação dos CRAS, das Unidades Básicas de Saúde, das Cozinhas Sociais e dos demais serviços públicos para identificar famílias em situação de insegurança alimentar; (iv) implantação do Observatório Cearense de Inteligência Territorial contra a Fome, em parceria com universidades e IPECE, para produzir conhecimento, monitorar a segurança alimentar e nutricional e avaliar permanentemente as políticas públicas do setor.
Fortalecer o Sistema Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional – Ampliando a adesão dos municípios ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN) e fortalecendo a Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (CAISAN) e os Conselhos de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEAs) como instâncias permanentes de governança, participação social e coordenação intersetorial.
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