Integrar informações produtivas, climáticas, hídricas e de mercado e divulgar indicadores de produtividade, renda, irrigação, seguro, armazenagem, assistência técnica, agroindustrialização, sucessão e distribuição territorial dos investimentos.
Manter protocolos permanentes para levantamento de perdas, assistência técnica, crédito emergencial, alimentação animal, sementes, máquinas e recuperação produtiva, articulando a resposta agropecuária com a Defesa Civil e os municípios.
Estimular agricultura de precisão, automação, mecanização, genética, bioinsumos e serviços digitais por meio de assistência, crédito, cooperativas e soluções compartilhadas, evitando que o acesso à inovação fique restrito às propriedades de maior porte.qualidade, mercado, assistência, infraestrutura e geração de renda.
Apoiar a profissionalização, a governança, a inovação e a capacidade de investimento das cooperativas e organizar planos para cadeias prioritárias, com metas de produtividade, qualidade, mercado, assistência, infraestrutura e geração de renda.
Apoiar municípios, consórcios, cooperativas e agroindústrias na adesão ao SUSAF e aos sistemas nacionais de equivalência e ampliar o acesso da agricultura familiar a compras públicas, feiras, redes varejistas e canais digitais com qualidade, escala e regularidade.
Aperfeiçoar o Programa Estadual de Agroindústria Familiar, integrando assistência técnica, crédito, formalização, adequação sanitária e ambiental, gestão, rotulagem, embalagem e acesso aos mercados, sem reduzir os padrões de segurança dos alimentos.
Estimular a implantação, a expansão e a modernização de agroindústrias nas regiões produtoras, aproximando o processamento da matéria-prima, gerando empregos e ampliando a produção de alimentos, ingredientes, bioprodutos e produtos de maior valor agregado.
Apoiar estruturas individuais, cooperativas e regionais de secagem, armazenagem e conservação, com crédito e assistência técnica, considerando escala, localização, segurança, energia e viabilidade econômica para ampliar o poder de negociação dos produtores.
Ampliar o acesso à extensão rural e integrar orientação produtiva, gestão de custos, planejamento financeiro, comercialização, sucessão, solo, água, tecnologia e políticas públicas, com prioridade para agricultores familiares e propriedades mais vulneráveis.
Articular Banrisul, BRDE, Badesul, Feaper e fundos garantidores para financiar irrigação, armazenagem, modernização, agroindustrialização e retomada após desastres, priorizando projetos viáveis que aumentem a capacidade de pagamento e a resiliência do produtor.
Instituir subvenção estadual complementar ao seguro rural federal, priorizando produtores, cadeias e regiões mais expostos a riscos climáticos, com critérios transparentes, integração ao zoneamento, orientação técnica e avaliação permanente do custo e da cobertura.
Expandir práticas de cobertura do solo, terraceamento, rotação de culturas, manejo de microbacias, recuperação de pastagens, diversificação e sistemas integrados, reduzindo erosão, perdas de produtividade e vulnerabilidade a secas e chuvas intensas.
Consolidar uma política plurianual de reservação, irrigação eficiente, água para a pecuária e planejamento por bacia, ampliando o Irriga+RS com metas regionais, assistência técnica, apoio diferenciado aos pequenos produtores e respeito à disponibilidade hídrica e à segurança das estruturas.
Orientar a política agropecuária por metas de produtividade, renda, estabilidade da produção e agregação de valor, articulando crédito, assistência técnica, água, armazenagem, tecnologia e acesso aos mercados conforme as necessidades de cada região e cadeia.
Aprimorar as práticas de criação, manejo, transporte, exposição e abate, combinando fiscalização, capacitação e orientação técnica para assegurar bem-estar animal, eficiência produtiva, qualidade dos alimentos e atendimento às exigências legais e comerciais.
Apoiar municípios e consórcios na estruturação de serviços de inspeção tecnicamente equivalentes, ampliando a adesão ao sistema estadual e aos sistemas nacionais para permitir o acesso de estabelecimentos regularizados a novos mercados sem reduzir o rigor sanitário.
Modernizar a inspeção de produtos de origem animal, o controle de resíduos e contaminantes, a fiscalização dos autocontroles e o combate à produção clandestina, assegurando a inocuidade dos alimentos e a confiança dos consumidores.
Consolidar a abordagem de Saúde Única para enfrentar zoonoses, resistência aos antimicrobianos, riscos alimentares e agravos compartilhados, com vigilância e intercâmbio de informações entre agricultura, saúde, meio ambiente, universidades e municípios.
Aperfeiçoar protocolos de prevenção e controle sanitário em propriedades, granjas, lavouras, criatórios, estabelecimentos aquícolas, feiras, exposições e demais pontos de produção e trânsito, priorizando atividades e territórios de maior risco.
Manter as condições necessárias ao reconhecimento sanitário nacional e internacional das cadeias produtivas gaúchas, com atenção à condição de área livre de febre aftosa sem vacinação, à prevenção de doenças exóticas e ao controle das principais enfermidades e pragas.