Rondônia 2027–2030 — Plano da chapa Marcos Rogério e Delegado Camargo
Plano de governo · TSE — Proposta de governo registrada
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REGIONALIZAÇÃO Saúde Perto de Casa. Regionalização efetiva da assistência ao usuário do SUS, em frentes de trabalho ambulatorial e hospitalar. Frente ambulatorial. Implantar a Tabela ‘’SUS Rondoniense’’ como mecanismo estadual complementar de financiamento, vinculada a metas assistenciais, controle de qualidade e auditoria. O Estado entrará como cofinanciador de consultas especializadas e exames a serem realizados nos Municípios que dispuserem de profissionais para serem credenciados para prestar serviços ao SUS; oferta de exames como endoscopia, videocolonoscopia, ecocardiograma, dentre outros, e consultas com especialistas, evitando que as pessoas tenham que se deslocar para Porto Velho. Implantar os Ambulatórios Médicos de Especialidades (AME) nas sedes de regiões de saúde (Vilhena, Cacoal, Rolim de Moura, Ji-Paraná, Ariquemes, São Francisco do Guaporé e Guajará Mirim) e os Polos de Telessaúde distribuídos por todo o Estado, que são containers consultórios, equipados com tecnologia de ponta para a oferta de consultas especializadas nas áreas em que não haja profissionais especialistas disponíveis para credenciamento nos municípios, sendo as consultas ofertadas na forma de teleconsulta com especialistas de Porto Velho e acompanhamento dos médicos da Atenção Primária dos Municípios. Frente hospitalar: fortalecer os hospitais regionais de Vilhena, Cacoal, Ji-Paraná, Rolim de Moura, Ariquemes e Guajará Mirim para a ampliação da oferta de cirurgias, exames e especialidades; ao mesmo tempo que os hospitais estaduais de São Francisco do Guaporé, Buritis e Extrema receberão atenção especial da SESAU para o aumento da oferta de assistência. Foco em garantir cirurgias e exames de alta complexidade perto da casa do paciente. Consolidar parcerias entre o Estado e os hospitais regionaismunicipais para execução de média complexidade. Financiamento estadual vinculado às metas assistenciais, permitindo que cirurgias de baixa e média complexidade sejam realizadas em hospitais municipais. A implantação ocorrerá gradualmente, conforme a demanda regional, a disponibilidade de profissionais, a capacidade instalada, o custo assistencial e as metas pactuadas. Serão monitorados o percentual de atendimentos realizados na própria região de saúde, a redução dos deslocamentos para Porto Velho, o tempo de espera e a produção contratada.
