Problema: enfrentar escassez de competências, desencontro entre formação e demanda e perda de jovens e profissionais qualificados. Objetivo: conectar educação técnica, superior, qualificação, emprego, empreendedorismo e atração de talentos às transformações econômicas e tecnológicas previstas. Principais entregas: projetar demandas; regionalizar cursos; contratar formação; articular empresas; apoiar primeiro emprego; conectar gaúchos no exterior; facilitar retorno e atração de profissionais; acompanhar inserção laboral. Indicadores de resultado: pessoas formadas; conclusão; emprego; renda; vagas preenchidas; permanência regional; profissionais atraídos ou retornados; satisfação das empresas e trabalhadores. Áreas vinculadas: Educação; Trabalho, Empreendedorismo e Qualificação Profissional; Inovação, Ciência e Tecnologia; Desenvolvimento Econômico e Ambiente de Negócios; Municipalismo e Desenvolvimento Regional; Posicionamento Internacional e Atração de Investimentos.
Integrar informações de cursos, trabalhadores e vagas aos sistemas nacionais e divulgar participação, formalização, remuneração, vagas não preenchidas, conclusão, contratação, permanência e sobrevivência dos negócios, protegendo os dados pessoais. UM ESTADO QUE CONECTA Onde há conexão, há desenvolvimento.
Priorizar mulheres, pessoas com deficiência, trabalhadores mais velhos, jovens vulneráveis e desempregados de longa duração, integrando qualificação, acessibilidade, cuidado, transporte, orientação e acompanhamento após a contratação.
Oferecer atualização profissional diante da automação, digitalização, reconstrução, transição energética e mudanças setoriais, combinando competências digitais, técnicas e socioemocionais segundo as demandas de cada território.
Consolidar e expandir os programas Partiu Futuro, conectando jovens à educação, formação teórica, prática supervisionada e oportunidades públicas e privadas, com acompanhamento da frequência, conclusão e efetivação.
Organizar formações com competências claras, módulos acumuláveis e certificações intermediárias reconhecidas, apoiando também a validação de saberes profissionais por instituições legalmente habilitadas.
Avaliar cursos e instituições por aprendizagem, conclusão, certificação, custo, inserção, renda e permanência, vinculando parte dos pagamentos ao desempenho sem penalizar executores que atendam públicos de maior vulnerabilidade.
Planejar os cursos segundo vagas existentes, investimentos, vocações regionais, mudanças tecnológicas e oportunidades viáveis de trabalho autônomo, definindo para cada oferta uma estratégia de continuidade profissional ou formativa.
Transformar a rede em serviço ativo de captação de vagas, orientação, compatibilização por competências e atendimento ao empregador, com metas de contratação, tempo de preenchimento, aderência dos encaminhamentos e permanência no trabalho.
Integrar dados de vagas, emprego, remuneração, investimentos, rotatividade e transformação tecnológica para identificar ocupações em expansão, escassez de profissionais e necessidades de requalificação em cada região.
Organizar uma política estadual que conecte inteligência do mercado, qualificação, aprendizagem, estágio, intermediação de vagas, inclusão produtiva e empreendedorismo, articulando FGTAS/Sine, educação, assistência, municípios e setor produtivo.
Ampliar atendimento itinerante e digital, unidades móveis e soluções consorciadas para municípios pequenos, áreas rurais e territórios sem estrutura permanente, adequando cursos e serviços às oportunidades regionais.
Utilizar bolsas, transporte e apoio ao cuidado quando necessários para reduzir evasão e, após a contratação, orientar públicos prioritários diante de barreiras iniciais, respeitando a privacidade e a autonomia do trabalhador.
Expandir as oportunidades de trabalho compatíveis com a legislação e com o perfil dos apenados, priorizando atividades produtivas, remuneradas e qualificadoras por meio de parcerias com empresas, cooperativas, municípios e organizações sociais.